Fiz esse blog porque 140 caracteres é muito pouco. Vou escrever o que me vier na cabeça.
O nome é uma coisa que sempre me perseguiu: os clichês. Como não cair no clichê? Como não ser? Não sei! Dizem que sou clichê, acho que é porque sempre cito uma frase de um ou outro. Mas não vejo problema nisso. Não faço isso de maneira repetitiva.
O grande lance dos clichês é que uma regra variável. Por exemplo, você odeia as músicas do Calcinha Preta, que são massificadas e péssimas. Mas se o Caetano Veloso gravar uma música deles, como o Nando Reis já fez, se torna “Cult”. Sacou?
Clichê é uma coisa burra, sem inteligência, não uma coisa que fez muito sucesso. Uma música, um filme, uma banda, não perdem a qualidade se forem massificados. A obra só vai ser exposta para uma grande quantidade de pessoas, que na maioria das vezes não entende o que está implícito, mas não é por isso que ela e o autor perdem o seu mérito.
Uma boa canção não pode ser considerada ruim porque tocou no rádio muitas vezes ou foi tema de novela.
Isso aqui sim é clichê:
“Falar de mim é fácil, difícil é ser eu”
''Eu sou o que sou e ninguém vai me mudar''
“Sua inveja faz o meu sucesso”